| Ordem: Cyprinodontiformes  | 
 Família: Rivulidae | 
 Gênero: Hypsolebias | 
Anual
Sul-Americano
Hypsolebias flagellatus
Killis - Site UBK

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Dificuldade de Criação
Reprodução
Agressividade
Alimentação
Facilidade de Aquisição

Países de origem

bandeira
Brasil

Identificação

Nome Atual: Hypsolebias flagellatus
Descrito por, Ano: Costa, 2003
Família: Rivulidae Myers, 1925
Subfamília: Cynolebiinae Hoedeman, 1961
Tribo: Cynolebiini Hoedeman, 1961
Subtribo: Spectrolebiina Costa, 1998
Gênero: Hypsolebias Costa, 2006
Espécie: falgellatus

Introdução

⇒ Descoberto por: Gilberto Campello Brasil, em 1990; populações foram posteriormente reencontradas por Ruud H. Wildekamp e Dale Webber em 1993, e o material utilizado na descrição científica foi coletado por Wilson J. E. M. Costa, F. M. Pupo e E. S. Araújo em 1999.

Originário das poças temporárias do médio rio São Francisco, especialmente na região de Bom Jesus da Lapa, Bahia, Hypsolebias flagellatus é um dos mais marcantes killifishes anuais brasileiros. Os machos apresentam coloração intensa e se destacam pelos longos raios filamentosos das nadadeiras dorsal e anal, que podem lembrar pequenos chicotes e deram origem ao nome científico da espécie. Pertencente ao complexo H. flavicaudatus, vive em ambientes rasos e sazonais que secam completamente durante parte do ano, sobrevivendo ao período desfavorável por meio de ovos em diapausa enterrados no substrato.

Para aquaristas e biólogos, H. flagellatus representa um peixe particularmente interessante tanto pela beleza quanto pelo comportamento reprodutivo. Como outros grandes Hypsolebias, os casais podem mergulhar no substrato durante a desova, exigindo em aquário uma camada suficientemente profunda de material adequado para a postura. Existem linhagens históricas mantidas por criadores, demonstrando também o papel do aquarismo especializado na documentação e preservação de populações desses peixes.

Embora atualmente seja tratada como Pouco Preocupante (LC), a espécie depende de ambientes temporários vulneráveis à expansão agrícola e ao desmatamento. Na região de Bom Jesus da Lapa, áreas originalmente ocupadas por poças anuais já sofreram forte redução e descaracterização. Preservar H. flagellatus significa, portanto, proteger não apenas os peixes durante o período chuvoso, mas também os solos aparentemente secos que guardam os ovos responsáveis pela geração seguinte.

Explore a ficha abaixo e descubra todos os detalhes para conhecer, reproduzir e ajudar a preservar este extraordinário killifish anual do rio São Francisco!

Sinonimia

Hypsolebias flagellatus foi originalmente descrita por Wilson J. E. M. Costa em 2003 como Simpsonichthys flagellatus. Com a posterior reorganização taxonômica de Simpsonichthys e o reconhecimento de Hypsolebias como gênero independente, a espécie passou à combinação atualmente aceita, Hypsolebias flagellatus (Costa, 2003).

Até o momento, não são reconhecidos outros sinônimos nomenclaturais formais para a espécie. Algumas populações anteriormente atribuídas a H. flagellatus, especialmente da região de Janaúba, foram posteriormente reconhecidas como espécies distintas, como Hypsolebias janaubensis, mas esses nomes não constituem sinônimos de H. flagellatus.

Etimologia

O epíteto específico flagellatus deriva do latim flagellum, que significa “chicote”, e pode ser interpretado como “provido de chicotes” ou “com estruturas semelhantes a chicotes”. O nome faz referência aos longos raios filamentosos das nadadeiras dorsal e anal dos machos, uma das características mais marcantes da espécie

Dados e Informações de Criação

Informações sobre criação de killifishes Ex situ. Histórico da espécie em cativeiro, criação no Brasil e no Mundo, dicas de  manejo, manutenção e procriação. Utilize as abas abaixo para navegar entre os assuntos.

Básicos

O Aquário

Populações com Código de Coleta (Rastreabilidade Alta)
Estas populações possuem dados precisos de local, data e coletor. Devem ser mantidas estritamente puras.

Os marcadores não significam a localização exata da população desta espécie. A intenção é apenas mostrar um aspecto geral da distribuição geográfica.

Dados Científicos, Taxonômicos e Históricos

Informações científicas sobre a espécie, dados sobre morfometria, características científicas diferenciadas e história da espécie. Utilize as abas abaixo para navegar entre os assuntos.

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Distribuição, Biótopos, Ecologia e Ameaças

Material sobre características dos habitats e biótopos desta espécie, bem como riscos específicos e iniciativas de preservação. Utilize as abas abaixo para navegar entre os assuntos.

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Galeria de Imagens

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